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Archive for março \30\UTC 2009

Guarda-Chuva-Nuvem

Este é um dos projetos  do Joon&Jung DesignTeller, um estúdio de design conceitual – just love it! – de Koreanos na Holanda! Imagina! Mistura!!!

Gostei do nome Designteller, porque cada produto criado tem uma historia por trás, uma explicação do conceito e de como veio a idéia!

Alguns produtos legais e suas historinhas:

Sweet Tear, que são aqueles cubinhos de açúcar super meigos em forma de lágrimas!

img_6442-copy” É para o seu cafezinho diário, que é amargo como nossas vidas. É uma lágrima de doce consolação nesses curtos e preciosos momentos.”

uauuu, poético! I love my coffee!!! eu quero!

Tem esse também:

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O conceito desses acessórios vem no nome: 1g. São peças que pesam menos de 1 grama, ideais para quem se incomoda com brincos e colares pesados! Isso é uma coisa importante! Como usuária/consumidora/designer, acho que o peso das peças podem significar a glória ou o fracasso do objeto. Vale quanto pesa? Nem sempre… Tem horas que o que mais vale é o conforto!

E tem também este guarda-chuva em forma de nuvem! Aliás, não só este produto, mas este site foi indicado pela minha amiga,  a Clara (crára!!!).

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A historinha é bem fofa. A designer diz que enquanto pesquisava sobre tendências urbanas,  percebeu que no fundo as pessoas passam mais tempo em espaços fechados do que pelas ruas de fato. Passamos muito mais tempo dentro de nossas casas, trabalhos, carros, onibus, etc do que ao ar livre. Por este motivo, ela comenta que não tem o costume de carregar seu guarda-chuva para todos os lados, já que o tempo que gastaria “lá fora” não seria suficiente para que ela se molhasse – se estivesse chovendo, claro.

Com um item divertido e fashion, as pessoas teriam maior motivação para saírem na garoa. Ela acredita que a “motivação é ainda mais importante que a função”. Este é um conceito muito forte para o design. Muitas vezes, a utilização de um objeto vai muito além (isso é história para ouuuutro tópico.. funçionalidade, estética, semiótica.. ihhhh!).

E o mais importante: é um conceito perfeito para quebrar dias chuvosos e mal-humorados.

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na Ilha

O ambiente urbano pode se transformar através do sutil toque da arte.   Em várias cidades é possível ver arte – grafite, intervenções, monumentos, (se eu continuar a lista vai ficar gigante) espalhada por todos os cantos.

Floripa não é um grande centro urbano. Aqui a artista é a natureza, o resto é puro detalhe. Encontrei andando pelas “ruas” de Floripa uma arte diferente. É para ser arte urbana, mas como aqui estamos cercados pela natureza, os grafites se misturam com árvores, cipós, muito mato, muito verde!

Escolhi 3 nomes, 3 expressões diferentes que estão na minha rota diária e alegram o meu dia. Volta e meia eu vejo esses traços em algum canto da ilha, são fáceis de reconhecer.

Paulo Govêa é o artista do fofíssimo Vecchio Giorgio. Já encontrei várias bonequinhas dele espalhadas pela Lagoa e arredores. E dias desses fui checar minha conta no banco, e surpresa! Reconheci na hora, os mesmos traços em uma campanha do Banco do Brasil.

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Outro que eu sempre vejo e gosto muito é o Driin. Foi difícil achar material, mas consegui o fotolog dele! Ele grafita, faz tattos, tem várias trabalhos diferentes. Descobri o seu grafite por aí; tem alguns bem femininos, com uma sensibilidade que transforma qualquer muro, meio angelical, meio maria. São as meninas magrinhas de cabelos compridos e olhinhos fechados.

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E tem também o Luciano Martins, que pinta telas bem lúdicas e coloridas. O trabalho dele pode ser visto na Lagoa, na galeria que leva o seu nome. O ambiente é super agradável!

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Mãos!!!

Aeeeee!

Estou super feliz! Acabaram de lançar a coleção Mãos, da Imaginarium! São 3 peças produzidas em resina: um gancho, um vaso e um porta bijoux.

São objetos bem conceituais, mas suuuuuper úteis e divertidos!

E o mais legal é que a dona da mão Porta-Bijoux sou eu! Você já pode ter um pedaço meu na sua casa, olha que legal!

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Estou lendo a biografia da Leila Diniz. Por enquanto mais uma biografia com histórias, nomes e lugares que muitas vezes nem me prendem muito.  O que eu acho gostoso é ir achando no livro vários elos de outras histórias e outros personagens, ver como o mundo é pequeno, como as pessoas se encontram e como a vida é mágica.

Este livro parou nas minhas mãos ao acaso, assim como outros dois – Quase Tudo, da Danuza Leão; e Um Homem Chamado Maria, sobre Antônio Maria. E as histórias desses 3 personagens, Leila, Danuza e Antônio Maria se cruzam em vários momentos do Rio de antigamente; entre os anos 60-70 principalmente.

As histórias da Danuza e de Antônio Maria são ótimas, eles ainda foram casados por alguns anos e depois cada um seguiu seu caminho. Vale a pena ler. Esses livros me levam para longe, para um Rio de bossa nova, de uma época que eu não vivi, mas que eu tenho saudades. Queria ter visto de perto.

Ainda estou lendo a bio da Leila, e apesar de ainda não ter visto a Danuza na história de fato, ambas foram super-mulheres para aquela época. Muitas mulheres da minha idade (I’m 25) não sabem nem quem são elas, mas deveriam saber e agradecer por essas porra-loucas (no bom sentido..) terem nascido. Elas são um símbolo da nossa liberdade feminina, do resultado  do nosso comportamento atual.

Ai, mulheres…

Bom, queria me extender mais.. Mas este tópico foi para fazer pensar sobre o universo feminino, a nossa força e fragilidade, sobre a vida e sonhos. E para sugerir alguns livros. Quem ler vai entender do que eu estou falando.

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itay ohaly: fraturas

Este designer israelense explica que através dos anos, com o desenvolvimento de processos industriais, nós fomos capazes de “domar” os materiais, e assim esquecemos  suas formas originais, seu estado natural.

Nossos olhos estão acostumados a enxergar formas planas, polidas e materiais brilhantes, assim como os nossos sentidos que ao tocar objetos examinam e sentem a qualidade da superfície.

Este projeto explora características de materiais, em fraturas. Ele apresenta uma estética única e selvagem de cada material e sua interação com uma intensa energia. Fraturas possuem diferentes formas que derivam da estrutura do material e do tipo de força (energia) que atua sobre o objeto.

Os exemplos abaixo utilizam acrílico, concreto, madeira e papelão. Interessante como rejeitamos as texturas ásperas, pontiagudas, irregulares.

O obejto “completo” é o ponto de partida de cada criação enquanto a fratura o leva à sua forma final.

Texto adaptado daqui!

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Invisible Street Light

O invisible streetlight, ou poste invisível é uma criação de Jongoh Lee. Foi desenhado utilizando o mesmo processo de fotosíntese usado pelas plantas ao captar energia solar. Ele absorve a energia da luz do sol durante o dia como árvores e plantas normais, e emite luz durante a noite.

Ele ainda pode ser enrolado em um galho de árvore, sem fios ou qualquer tipo de suporte elétrico, e ainda assim fazer parte do
meio ambiente. Além de bonitinho e simático, super correto!!

page_1page_2httpwwwdesignboomcomweblogcat8view5484invisible-streetlight-by-jongoh-lee-from-south-koreahtml

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Casinha de Boneca

Olha que demais isso daqui!!! Uma casinha de papelão para crianças brincarem!

A criança monta a caixa-casa, pode colorir, desenhar, decorar … Super didático, não? Se eu tivesse uma dessas eu faria a festa!

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